
Ela, talvez seja o memorável rosto
Uma centelha de prazer ou de desgosto
Talvez seja o tesouro ou o preço que pagaria
Ela, talvez seja a canção que ao verão apraz
Talvez seja o arrepio que o outono traz
Talvez seja centenas de coisas num mesmo dia
Ela, talvez seja a bela ou a fera
Talvez seja o banquete ou a miséria
Ela, talvez transforme cada dia num paraíso ou inferno
Ela, talvez seja o reflexo de meu desvario
Um sorriso refletido no fundo do rio
Ela, talvez não seja o que parecia, dentro do seu abrigo externo
Ela, que sempre aparenta feliz na multidão
Cujos olhos tão orgulhosos e altivos são
Que a ninguém é permitido vê-los chorar
Ela, talvez seja o amor que não posso esperar que dure
Talvez seja a sombra que o passado afigure
Mas que até o último dia, irei relembrar
Ela, talvez seja a razão pela qual sobrevivo
O porquê e o motivo pela qual eu vivo
Aquela que cuidarei pelos breves e rudes anos
Eu, tomarei de si seu pesar e seus encantos
E os tornarei pra mim, a janela aberta
Que de onde eu olhar, me revela:
O tema da minha vida é Ela,
Ela, ela, ela.
Uma centelha de prazer ou de desgosto
Talvez seja o tesouro ou o preço que pagaria
Ela, talvez seja a canção que ao verão apraz
Talvez seja o arrepio que o outono traz
Talvez seja centenas de coisas num mesmo dia
Ela, talvez seja a bela ou a fera
Talvez seja o banquete ou a miséria
Ela, talvez transforme cada dia num paraíso ou inferno
Ela, talvez seja o reflexo de meu desvario
Um sorriso refletido no fundo do rio
Ela, talvez não seja o que parecia, dentro do seu abrigo externo
Ela, que sempre aparenta feliz na multidão
Cujos olhos tão orgulhosos e altivos são
Que a ninguém é permitido vê-los chorar
Ela, talvez seja o amor que não posso esperar que dure
Talvez seja a sombra que o passado afigure
Mas que até o último dia, irei relembrar
Ela, talvez seja a razão pela qual sobrevivo
O porquê e o motivo pela qual eu vivo
Aquela que cuidarei pelos breves e rudes anos
Eu, tomarei de si seu pesar e seus encantos
E os tornarei pra mim, a janela aberta
Que de onde eu olhar, me revela:
O tema da minha vida é Ela,
Ela, ela, ela.
8 comentários:
Ella, ella, êh, êh, êh, under my umbrella, ella, ella, êh, êh, êh, êh, êh, êh...
Desculpe, mas foi inevitável, hehe
Primeiro, o comentário acima tá show! Rs.
E seu texto tá lindo. Principalmente esses versos:
"Ela, que sempre aparenta feliz na multidão
Cujos olhos tão orgulhosos e altivos são
Que a ninguém é permitido vê-los chorar..."
Lindo, demais!
Beijos.
Já,eu, achei mais definido e definitvo este trecho: "Eu, tomarei de si seu pesar e seus encantos
E os tornarei pra mim, a janela aberta
Que de onde eu olhar, me revela:
O tema da minha vida.." Muito, muito lindo, CRONISTA da poesia...
a-d-o-r-e-i... a poesia
um dia alguém ainda vai fazer uma dessa pra mim kkkkk
ah eu tb amei o blog, viu?!
Bju
=*
Hahaha... Antes era eu a refletir acerca desse pungente tema, e agora é você.
Quanta inspiração já rendeu o Amor à Humanidade, não?
Mas belo poema. Honrou o tema. E a amada.
"She, maybe the face I can forget, maybe the plasure or regret, maybe my treasure or the price I have to pay..."
Esta é a canção da minha filha... vê aí: http://deixoler.blogspot.com/2006/11/lgrimas-antecipadas.html
Ah, detalhe: Nunca tinha visto a tradução sem perder a poesia... belíssima!!!
"tão mal"??? Ficou perfeita!!! como disse no comentário anterior, traduzir e conservar a poesia é para poucos!!!
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