
Amores... amores?
Melhor não tê-los,
Mas se não os temos,
como sabe-los?
Se na bagunça,
Se no silêncio
Como os queremos!
Dão prejuízo,
Fazem chantagem,
Criam esperanças
E desfazem teus sonhos.
Brincam contigo,
Pedem carinho,
Desviam o caminho,
Como pequenos muros,
Te deixam na linha,
Te pedem perdão.
Resultado: reconciliação!
Depois vêm as noites em dupla
Os parentes te abraçam,
O cheque na praça,
Depois é de graça,
Depois é tensão.
Amores???
Melhor não tê-los
Noites de insônia – de amor
Cãs prematuras – matrimônio
Prantos convulsos – saudades!
Livrai-me Deus!
Amores são foda.
(Em sentidos vários)
Melhor não tê-los
Mas se não os temos,
Como sabe-los.
Como saber
Que brilho nos seus cabelos
A cada hora do dia
E que cheiro morno
na sua carne
Recém banhada.
Que gosto doce
Na sua boca!
Te abraçam, te apertam,
Te dizem adeus.
Voltam, te abraçam,
Te apertam, nos dizem.
Já vão.
Porém, que coisa!
Que coisa linda,
Que coisa louca
Melhor não tê-los,
Mas se não os temos,
como sabe-los?
Se na bagunça,
Se no silêncio
Como os queremos!
Dão prejuízo,
Fazem chantagem,
Criam esperanças
E desfazem teus sonhos.
Brincam contigo,
Pedem carinho,
Desviam o caminho,
Como pequenos muros,
Te deixam na linha,
Te pedem perdão.
Resultado: reconciliação!
Depois vêm as noites em dupla
Os parentes te abraçam,
O cheque na praça,
Depois é de graça,
Depois é tensão.
Amores???
Melhor não tê-los
Noites de insônia – de amor
Cãs prematuras – matrimônio
Prantos convulsos – saudades!
Livrai-me Deus!
Amores são foda.
(Em sentidos vários)
Melhor não tê-los
Mas se não os temos,
Como sabe-los.
Como saber
Que brilho nos seus cabelos
A cada hora do dia
E que cheiro morno
na sua carne
Recém banhada.
Que gosto doce
Na sua boca!
Te abraçam, te apertam,
Te dizem adeus.
Voltam, te abraçam,
Te apertam, nos dizem.
Já vão.
Porém, que coisa!
Que coisa linda,
Que coisa louca
Que os amores nos são.